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Ribossomos e Lisossomos

Os lisossomos quase sempre aparecem quando estamos estudando citologia, ou seja, as células que estão presentes nos seres vivos. Os Lisossomos, normalmente, são corpúsculos esféricos, sendo que dentro dele é possível encontrar uma grande quantidade de enzimas. Estas enzimas, basicamente, têm a função de degradar, que nada mais é do que quebrar em pedaços pequenos, as moléculas grandes e também as organelas envelhecidas.  Elas são encontradas apenas em células animais, ou seja, não é possível encontrar lisossomos em outros tipos de células.

Os lisossomos têm praticamente dois tipos de funções:

Função heterofágica – Digerir produtos oriundos da fagocitose e da pinocitose.

Função autofágica – Pode ser de dois tipos: autofagia (digestão de organelas e estruturas da própria célula) e autólise (pelo rompimento da membrana lisossômica, as enzimas vazam para o citoplasma destruindo completamente a célula).

 

O Ribossomo também aparece quando nos dedicamos a estudar as células, e em provas de vestibular e também em provas de concursos geralmente aparecem quando a questão pede para identificar partes ou etapas de vida de uma célula. O ribossomo é um complexo constituído por moléculas de RNA individuais e mais de 50 proteínas arranjados em uma subunidade pequena e uma subunidade grande.

Os ribossomos são compostos de duas subunidades, uma maior e uma menor, também podem ser encontrados dentro dos Ribossomos os RNA’s de transferência. Os ribossomos são de fundamental importância para a vida das células, e estão presentes em todo o citoplasma de células eucariontes quanto procariontes. Elas têm como função sintetizar proteínas  que serão utilizadas em processos internos da célula.

Existem também os ribossomos livres que são encontrados no citoplasma. Eles ocorrem como um único ribossomo ou em grupos conhecidos como polirribossomos ou polissomos. São responsáveis pelas proteínas do citoplasma, formam elementos móveis estruturas citoplasmáticas.

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